sábado, 2 de junho de 2018

Uma História por Trás de Cada Roupa, e a Possibilidade de Muitos Finais Felizes

Sabe aquela diferença que você sempre quis fazer no mundo?
Você pode fazer ela doando suas roupas para a AMAE.
Cada roupa aqui recebida, vem com sua propria história, uma historia com a possibilidade de um novo final feliz.
Quando você doa para a AMAE, é importante você saber que sua roupa será comercializada.
Deixa eu te explicar porquê:
A AMAE - Associação Materna de Apoio e Empreendedorismo, é uma instituição sem fins lucrativos, e,  embora nossa sede seja nos fundos da Igreja Luterana (que carinhosamente nos acolheu e acreditou no nosso propósito social), nossa associação não tem nenhum vínculo religioso, e muito menos partidário, e tem despesas mensais pra honrar.
O objetivo da AMAE é o de auxiliar as mães da nossa comunidade.
De que forma??
- Auxiliando-as na sua capacitação para que elas tenham melhores oportunidades de trabalho;
- Estimulando o empreendedorismo materno como fonte geradora de renda;
- Acolhendo-as frente aos desafios da maternidade, com informação, grupos de apoio, bate papos...
Hoje na AMAE, existem dois projetos sociais em andamento: o Projeto Mães que Criam² (que estimula o empreendedorismo materno através do artesanato) e o Projeto Todos pela Educação (que oferece grupos de estudo, apostila e recreação para as mães que desejam concluir seus estudos).
Tudo isso é criado dentro da Casa AMAE, sede da AMAE (Av. Borges de Medeiros, n 3200, apto 02, fundos da Igreja Luterana ao lado do Hotel Casa da Montanha no centro de Gramado).
E é através de cada doação de roupa que recebemos, que podemos transformar estes projetos em realidade para mais de 100 mulheres hoje.
E nossa intenção é que esse número cresça a cada ano, com a SUA ajuda.
Além da sua doação, existem outras formas de você auxiliar a AMAE a ajudar um maior numero de mulheres:
- Trabalho Voluntário: em uma ONG, as pessoas são a engrenagem principal, nos procure e doe também seu talento. Temos tantas ações pra desenvolver, tenho certeza que com alguma delas você irá se identificar.
- Compre na Pik Nik Brechó: toda peça que aqui chega passa por um processo de "cuidados especiais" (tiramos bolinhas e manchas, costuramos, lavamos e passamos) para que ela chegue renovada a um novo lar. Acreditamos que comprar em brechó hoje, não é somente pensar no "sustentavel", mas principalmente pensar na "economia"... a economia da família toda!
- Divulgue nossas ações (projetos, oficinas, palestras, bate papos) e também nosso brechó. Com a facilidade de acesso a internet e redes sociais cabendo na palma da mão (celular), fica fácil, rápido e é "super do bem" (perde-se tanto tempo com coisas sem importância hoje em dia, e só nós temos o poder de mudar isso através das nossas ações).
Meu nome é Ellis Chaves, falo em nome da AMAE, como sua presidente e voluntária.
Sinta-se convidado(a) a visitar a Casa AMAE e conversar comigo.
Venha conhecer melhor nosso espaço e nossos projetos.
Leia mais sobre a AMAE:
Conheça a Pik Nik Brechó:
https://www.facebook.com/piknik.gramado
Grata pela sua atenção!

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Uma vontade: estar perto - Caroline Preto

Sou a Carol, tenho 35 anos, formada em Relações Públicas. Casada, mãe do Bernardo de 2 anos. Gramadense, mas atualmente moro em Porto Alegre.
Atuei por muitos anos na área de eventos e sempre fui apaixonada pelo que fiz. Quando estava grávida, comecei a repensar meu ritmo de vida. Ao segurar meu filho no colo pela primeira vez, tive a certeza de que estava disposta a desacelerar para poder ficar mais tempo com ele.
Durante a gestação e no período de licença, reatei amizades antigas e fiz novas, todas com um assunto em comum: a maternidade!
Trocando experiências sobre os nossos bebês com a Rita, uma colega e amiga de faculdade (hoje sócia), e conversando sobre a vontade de poder acompanhar de pertinho o crescimento deles, nasceu a vontade de empreender.
Buscávamos um trabalho que nos permitisse flexibilidade de horários, liberdade e realização pessoal e profissional.
Em 2015 plantamos a sementinha do nosso projeto. Foi um longo período de pesquisa sobre o melhor tecido, a melhor técnica de impressão e os melhores parceiros. Com muito carinho e dedicação, fizemos todos os testes para poder oferecer um produto de qualidade e conforto.
Desta forma nasceu a marca BB Alternativo, uma loja virtual de roupas para bebês.
A principal característica da marca está em peças fora do padrão encontrado no mercado, possibilitando aos pequenos que desenvolvam suas próprias identidades, sem que seja imposto qual é o seu gênero e do que eles devem gostar. Além de estampas únicas e criativas, as roupinhas trazem o máximo de conforto para o dia-a-dia das crianças.
Lógico que nem tudo são flores, administrar um negócio próprio, em um novo segmento, é bastante desafiador e exige muita coragem e planejamento. Mas para nós, todo esforço é valido, nossa experiência está sendo muito gratificante.
Conheça nossa loja: www.bbalternativo.com.br  e nossa página no Facebook:  BB Alternativo

Um grande abraço,
Carol

Carol e Rita, mães e sócias-proprietárias da BB Alternativo


terça-feira, 1 de novembro de 2016

Uma grande decisão - Thaís Lima


Meu nome é Thaís, tenho 32 anos, sou formada em Fisioterapia e Direito, há 5 meses abri mão de um grande emprego em Porto Alegre para embarcar num projeto pessoal, arriscado e trabalhoso. Porém tal escolha me daria o prazer de desfrutar da companhia da minha filha de 2 anos durante todo o dia. Saímos da cidade grande e para cá viemos, em busca de algo melhor para ela, paz, calmaria, segurança, entre outras coisas que somente Gramado pode nos proporcionar. 
Ajam em prol da família, pois este é o bem mais precioso que temos.

Não foi uma decisão fácil de ser tomada, meu cargo na empresa poderia me trazer muitas conquistas materiais, mas me fazia pouco feliz. Então decidi que iria buscar minha felicidade abrindo um negócio próprio e ficando mais tempo ao lado da família. Abrimos um espaço de recreação, onde minha filha passa uma boa parte dos dias, brincando, fazendo novas amizades, sendo criança de verdade. A alegria da mudança está nos olhos dela, não só por ter brinquedos à vontade, mas por estar ao lado dos pais.
Por isso digo às mães empreendedoras, arrisquem, saiam de sua zona de conforto em prol de seus filhos, busquem o melhor para eles. Ser bem sucedida profissionalmente é muito bom, porém ser bem sucedida pessoalmente é muito melhor. Não permitam que a sociedade lhes diga o que fazer, se devem trabalhar fora ou fazer algo em casa mesmo, que lhes dê sustento. Ajam em prol da família, pois este é o bem mais precioso que temos. Busquem em suas qualidades e habilidades algo que lhes façam felizes e disso virá a sua renda.

Empreender é tentar, nunca desistir. É buscar um espaço no mercado, fazendo aquilo que sabemos, aquilo que nos levará ao tão almejado sucesso.

Contribuição: Thaís Lima, mãe da Bella e proprietária do BrinQueDim Espaço de Recreação



segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Conto eu, conta você




Começaremos a postar à partir de novembro, algumas histórias e depoimentos de mães, sobre empreendedorismo, sobre a maternidade, sobre a gestação, sobre superação, e muitos outros temas. 
Se você também tem algo a compartilhar envie seu texto para dmgramado@gmail.com
A primeira postagem será sobre empreendedorismo materno.
Aguardem novidades e sigam o EM Ação - Empreendedorismo Materno pelo facebook!!


E a vida segue...

E hoje, 1 ano, dois meses e 10 dias depois da ultima postagem é tempo de fazer seguir também esse blog, pois tenho muito a falar, e conheço outras mães que também tem.
Sobre o nascimento do Samuel: no dia 24 de agosto de 2015, as 8h da manhã minha bolsa estourou, e as 11h30min do dia 25 o meu Samuel veio ao mundo através de uma cesárea. Não era como eu gostaria, mas foi assim que foi, e estamos bem. Meu pequeno é lindo e saudável, e veio trazer muito mais alegria a nossa família.
Família recém acordada em uma manhã de domingo!

Confesso que me perdi um pouco na minha caminhada pela humanização depois do seu nascimento, mas aos poucos fui entendendo e aceitando o proposito do que me aconteceu.
Continuo sim, defendendo a causa da humanização do nascimento, e  não, não me considero mais uma ativista. Aliás "desgostei" desta palavra. Percebi que ela nos torna radicais de mais, nos divide, nos cerceia estar atenta a outras possibilidades, que por algum motivo tenhamos que viver.
Percebi com o que me aconteceu que devemos respeitar as escolhas (respeitar não significa "concordar"), ter mais empatia, mais acolhida...dar mais apoio umas as outras.

E a vida segue... gestação e parto são apenas "a ponta do iceberg" quando adentramos no mundo da maternidade.
Puerpério, amamentação, vacinas, dentes, viroses, introdução alimentar, família, casa, sexo, corpo, amigas, vida social, trabalho...são tantos outros temas, e tudo muda! Nossa forma de ver o mudo muda!
E nós mães, nunca estamos realmente preparadas para o que vem a seguir, mas de alguma forma "sobrevivemos".
Tem fatos, que para umas são mais simples, para outras um bicho-de-sete-cabeças.
Minha maior dificuldade depois que o Samuel nasceu era o dilema de continuar trabalhando ou largar o emprego para ser mãe em tempo integral.
Por um tempo, com a ajuda da família eu continuei trabalhando, não ter que tirar meu pequeno de casa era algo que me tranquilizava, mas ao mesmo tempo eu me via numa rotina que não me fazia bem, que estava sobrecarregando a família em suas atividades com algo que eu sentia "ser minha obrigação". E então, eu pedi a conta no trabalho para estar em casa com minha família.
Uma decisão que não é fácil, principalmente se pensarmos na parte financeira, mas, que no meu caso que sou artesã, não me deixou completamente desamparada. Entendo que nem todas tem essa possibilidade, e para muitas, o seu trabalho é a principal (ou única) fonte de renda da família.
E por saber dessa dificuldade, que no dia 24 de novembro de 2015, quando se aproximava o final da minha licença maternidade, que eu criei o grupo EM Ação - Empreendedorismo Materno. Para que houvesse mais apoio a essas mães, para que elas tivessem mais alternativas do que ser uma trabalhadora assalariada ou uma mãe/dona de casa.

O EM Ação, inicialmente era apenas uma página no facebook, e foi criado para estimular o empreendedorismo materno, com a troca de experiências, informações, dar exemplos.
E assim as mães/amigas foram chegando, simpatizantes da ideia, todas participando do seu modo, de acordo com sua disponibilidade. Algumas vieram e ficaram desde o início, outras vieram, se fortaleceram e seguiram seus caminhos, outras estão chegando para acrescentar força aos projetos, e assim vamos indo a 1 ano, agora também como um grupo "real" com mais de 30 mães.
Neste primeiro ano, o grupo tem realizado vários eventos com a intensão de colaborar com as mães da Serra Gaúcha, são as chamadas Feiras Mães EM Ação, um dia de muitas atividades onde as mães que nos visitam podem encontrar palestras, oficinas de artesanato, brechó, espaço food e kids e uma feira de artesanato composta exclusivamente de mães artesãs.
Roda de conversa sobre Empreendedorismo com a Coaching Lenora Santos

O grupo tem sido referência pelo trabalho que tem desenvolvido, um grupo pequeno ainda, mas com lindos projetos sendo criados para ajudar muitas famílias.
E é esse foco que quero passar a dar a esse blog. Um foco na mãe, não somente como empreendedora, mas também lembrando da mãe trabalhadora, da mãe mulher, esposa, amiga...e os temas relacionados, que cada colaboradora desse blog sentir no coração que deve compartilhar.
É um espaço, que não é mais só meu, porque todas precisam ter oportunidade de dividir. E assim será! Algumas por convite, outras por iniciativa própria, e aos poucos vamos tornar este espaço, um espaço materno/coletivo.
Sejam todas bem vindas a acompanhar esse blog e também a nossa página EM Ação - Empreendedorismo Materno
Um beijo e minha gratidão por você estar aqui!

Você pode compartilhar sua história conosco através do email  dmgramado@gmail.com

sábado, 22 de agosto de 2015

Não abracei o mundo com as pernas...me joguei de cabeça!



Era o início de uma nova vida, duas na verdade, a do meu pequeno Samuel que timidamente vinha se formando no meu ventre e a minha, que desejava intensamente me preparar para recebê-lo da melhor maneira.

Conheci um grupo no face chamado Parto Humanizado Região das Hortênsias, um grupo bem ativo com pessoas e compartilhamentos maravilhosos, onde pude encontrar muita informação e apoio.

Este mesmo grupo, que faz parte do movimento Nascer Sorrindo e conta com um grupo presencial com encontros mensais onde mães, gestantes, tentantes e companheiros, contam com o apoio de profissionais de diversas áreas como enfermeiras, ginecologistas, dentista, fisioterapeutas, doulas, advogadas, etc...


Nesses encontros são discutidos vários temas envolvendo gestação, parto, puerpério, maternagem, amamentação e muitos outros relacionados. 

E foi participando desse grupo, a convite da minha querida e dedicada mãe/amiga/ativista Priscila Fioreze de Liz, que descobri que meus interesses iriam além do que eu queria pra mim e o Samuel. Era uma descoberta tão maravilhosa, era uma luta tão difícil, por um motivo tão nobre, que me apaixonei.
Me apaixonei e vi que eu não queria isso só pra mim, que não era só eu quem precisava de ajuda e informação para buscar o que merecemos por direito... porque respeito é um direito de todos, e isso não precisa ser uma questão legal, apenas de bom senso e amor ao próximo. 


O nascimento é o momento mais maravilhoso da vida, desde que tratado de forma respeitosa. É onde os filhos nascem e as mães renascem, se descobrem, se superam. 

Todas as mulheres precisam saber disso, superar seus traumas, seus medos, quebrar tabus, romper pré-conceitos, e se abrir à vida que a envolve desde a fecundação do seu pequeno tesouro.

Entendo e respeito o fato de que todas as mulheres tem o direito de escolha sobre seu corpo e seu filho, certamente! Mas acredito verdadeiramente, por experiência própria, que só podemos escolher pelo melhor quando entendemos o processo, quando saímos da comodidade da nossa zona de conforto e confrontamos os verdadeiros riscos que nos cercam nesse momento.
Mas sei que motivar as pessoas é um trabalho árduo, pra que isso aconteça, é preciso surgir mais que interesse, muitas vezes somente a necessidade faz os olhos se abrirem.

E assim me engajei nessa luta, ativamente, como mãe, como gestante, mas acima de tudo como mulher que acredita que juntando esforços podemos mudar uma realidade criada de forma artificial e distorcida da grande obra do Criador: a vida. 

Porque Ele nos fez capazes de gerar e parir nossos filhos... 
Porque mulheres sabem parir, e bebês sabem nascer!!



Porque abraçar o mundo com as pernas pra mim ainda é pouco! 

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Um novo ser, e velhos desejos





Ser mãe sempre fez parte dos meus sonhos de menina, e sempre que sonhava com esse momento, sempre me imaginava sendo mãe de dois.
Cresci em uma família numerosa, e acho divino a convivência tão especial que existe nela, onde todos se amam e se respeitam incondicionalmente. Minha família é meu orgulho! 
Quando resolvi dar minha contribuição a essa família, fui abençoada com a alegria maior de ter a minha Julia, linda, sorridente, calma e saudável, que hoje já está com 13 anos, minha grande amiga, companheira, (as vezes acaba por ser mais minha mãe, do que eu dela). Ainda mais depois que descobriu que o seu tão esperado "maninho" estava a caminho.
Esperando a Julia, durante todo o tempo, desejei ter um parto normal, fiz um pré-natal, tive uma gestação saudável, tudo correndo as mil maravilhas, mas ao fim das 40 semanas acabei por indicação médica, fazendo uma cesárea, com a certeza que naquele momento estava fazendo o que era melhor pra minha pequena. 


Mal sabia eu, que quando se é nova, sem informação, e sem apoio, acabamos por nos tornar vitimas fáceis do sistema, das mazelas da tecnologia e das agendas médicas onde prevalece a comodidade e a agilidade de uma "quase" linha de produção de partos em série.
Minha filha nasceu saudável, e isso era tudo o que me importava, independente das dificuldades da minha recuperação, independente do meu grande desejo de poder parir... tudo foi se tornando pequeno cada vez que olhava seu rostinho e sentia seu cheirinho... não há amor maior nesse mundo, disso tenho certeza!

Quando estava me preparando para passar pelo processo de gestação novamente, tanto tempo depois, decidi que também era hora de me informar do que fazer, para que nessa oportunidade(que será minha ultima, já que não pretendo ter mais filhos biológicos), eu pudesse ter, enfim, o meu parto normal. 
Agora contando com a ajuda da internet fui tentar descobrir num primeiro momento o real motivo que me levou a passar por uma cesárea.
Na época, segundo o médico eu tinha pouco líquido, o que poderia causar sofrimento ao meu bebê, por isso foi marcada uma cesárea de "emergência" para o dia seguinte. O mais curioso é que na consulta anterior de 7 dias (com ecografia), não tinha problema algum com meu líquido, placenta ou bebê. Eu não tive rompimento da bolsa, minha filha estava com desenvolvimento normal, e nenhum outro critério para que houvesse motivos reais para não esperar o parto normal acontecer.

Pesquisando um pouco mais cheguei ao maravilhoso trabalho de Melania Amorim, e consequentemente ao mundo da Humanização do Nascimento. E daí em diante se abriu pra mim um novo horizonte, onde eu encontrei mais do que eu sempre esperei para a hora do tão esperado encontro entre eu e meu filho. A possibilidade de um encontro com muito mais amor e respeito, onde eu pudesse ser a protagonista, onde meu filho, viesse da maneira menos traumática possível direto do meu ventre para meus braços. 
Pensei: é assim que eu quero, assim que deve ser... mas mal sabia eu, que estava pra viver o momento mais desafiador da minha vida, momento onde apenas querer não iria me levar a lugar algum.

Meu filho nem nasceu, mas renasce em mim uma força nova a cada dia, pois em meio aos meus medos e anseios, eu encontrei duas coisas que vem me fazendo forte: INFORMAÇÃO e APOIO.
E assim, acabei por me tornar militante da causa da Humanização, de uma forma apaixonante e motivada. E os muitos desafios que encontrei pelo caminho, e sei que ainda virão, pretendo compartilhar com vocês nesse blog que enfim tive coragem de criar.